Sete ícones do futebol mundial, que um dia brilharam nos gramados e acumularam fortunas, agora são lembrados por suas trágicas quedas. O que aconteceu com esses atletas que passaram de milionários a esquecidos na miséria? Em um relato impactante, conhecemos as histórias de Diego Maradona, Garrincha, Paul Gascoigne, Sócrates, Andrés Escobar, Eusébio e George Best, cujos destinos se entrelaçam com vícios e decisões desastrosas.
Maradona, o gênio argentino, deixou um legado inigualável, mas sua vida foi marcada por excessos e vícios que o levaram a uma morte precoce em 2020, aos 60 anos. Apesar de ter acumulado cerca de 500 milhões de dólares, seu descontrole financeiro o deixou à beira da pobreza. Garrincha, o “anjo das pernas tortas”, viveu uma trajetória semelhante: aclamado em campo, mas consumido pelo alcoolismo, ele morreu em 1983, aos 49 anos, em condições lamentáveis.
Paul Gascoigne, uma lenda inglesa, viu sua fortuna de até 40 milhões de dólares se dissipar em meio a batalhas contra o vício e problemas de saúde mental. Hoje, ele vive de favor, lutando para se manter sóbrio. Sócrates, ícone do Corinthians, também se entregou aos vícios, falecendo em 2011, aos 57 anos, em decorrência de problemas de saúde agravados por seu estilo de vida.
Andrés Escobar, o defensor colombiano, teve um trágico fim após um erro em campo que custou a eliminação de sua seleção na Copa de 1994. Ele foi assassinado em Medellín, em um ato de retaliação que chocou o mundo. Eusébio, a “Pantera Negra”, apesar de seu sucesso, enfrentou dificuldades financeiras e faleceu em 2014, aos 71 anos.
George Best, uma lenda do Manchester United, viveu intensamente, mas sua vida desregrada o levou à ruína. Ele morreu em 2005, aos 59 anos, vítima de múltiplas falências de órgãos. Essas histórias nos fazem refletir: o que poderia ter sido diferente? A fama e a fortuna não garantem felicidade, e muitos desses ídolos se tornaram tristes exemplos de como a vida pode mudar drasticamente.